terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Ah, se você pudesse sentir
Ontem não consegui dormir
Sem ouvir a tua voz cansada *

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

não que quisesse apagar e/ou esquecer tudo que já foi relatado aqui. eu só necessito de mudanças em tempo quase integral.

and here we go, again .

Sou ansiosa, diria nervosa até. Dependente de cafeína, amnésica e claustrofóbica. A ideia de raios solares excessivos penetrando em minha pele não me afeiçoa. Gosto de coisas simples, sorvete de creme com passas, indie rock, cálculos e ‘As Trapalhadas de FlapJack’. Corto as etiquetas costuradas nas roupas. Como em pratos rasos e tomo suco com uma colher no copo. Meu player é na ordem aleatória. Não gosto de canetas, além das de tinta indelével. Uso brinco apenas de um lado. Acho filmes de far west chatos e sem trama, me fazem sentir calor. Não amarro o cadarço do tênis. Tenho mania de prestar atenção no som de passos, no barulho que faz o encontro dos pés com o chão. Serve de identificação, é automático já. O cheiro de ferrugem no sangue me gera náuseas. Não gosto de pessoas efusivas, muito menos mal-educadas ou que nunca estão satisfeitas com absolutamente n-a-d-a. Preciso ouvir uma música várias vezes para, de fato, gostar dela. Tenho aversão a baratas. Almoçar e jantar em família me faz bem. Não preciso de muito para ser feliz. E posso dizer que hoje sou completamente. Com o ‘pouco’ que tenho.